Luís Rego em Bruxelas e Maria Teixeira Alves  

Mira Amaral ainda não decidiu com quantos trabalhadores do BPN vai ficar. Contrato de compra e venda vai ser assinado sexta-feira.
SÍNTESE - O BIC DE MIRA AMARAL PODE ESFREGAR AS MÃOS. Ficará com o BPN por 40 M€, depois do governo ter injetado MIL MILHÕES.  "O bom filho à casa torna". Deu alegrias e dinheiro a muita gente cujos nomes se encontram na elite cavaquista. Um deles foi memso nomeado Conselheiro de Estado. "Mira Amaral ainda não decidiu com quantos trabalhadores do BPN vai ficar". Uma coisa é certa: as indemnizações de 50% vão ser PAGAS PELOS NOSSOS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS E NATAL! 

"O Banco BIC Portugal vai ficar impedido de fazer aquisições e de pagar dividendos até ao final de 2016, executando um período de nojo nestas actividades de mercado durante cinco anos após a compra do Banco Português de Negócios (BPN). Ou seja, o futuro crescimento do banco luso-angolano no mercado nacional far-se-á exclusivamente através da incorporação e desenvolvimento da operação BIC/BPN. A Comissão Europeia terá pretendido impedir que o BIC - que vai comprar um banco muito suportado pelo Estado - tire vantagem face aos concorrentes do mercado português, alguns deles pressionados pelas metas de rácios e pela situação da economia nacional.
Com estes remédios a Comissão "autorizou" a reestruturação do BPN, que prevê a sua venda ao Banco BIC Portugal, por 40 milhões de euros. O contrato de compra e venda vai ser assinado sexta-feira, entre o Estado português e Fernando Teles, pondo assim fim a um processo que teve origem na nacionalização do banco em Novembro de 2008.
"Fico muito satisfeito porque foi possível salvar o BPN dentro de um custo para os portugueses que não é superior ao da sua liquidação, senão mais valia [termos optado pela] liquidação do banco", disse ontem, em Sines, o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho. A dúvida, entre liquidar ou não, terá sido a questão que arrastou as negociações até ontem, depois de o processo de investigação ter sido aberto em Novembro de 2011.
O comissário da Concorrência, o espanhol Joaquín Almunia, partilha da satisfação de Passos Coelho, porque terá obtido os remédios pretendidos. "Regozijo-me com os compromissos assumidos por Portugal, que tornam a reestruturação conforme com as regras em matéria de auxílios estatais da UE e preservam a estabilidade financeira", "

Sem comentários:

Enviar um comentário