Continuar a abrir caminhos de futuro, dando resposta ao que os cidadãos esperam da política e dos políticos



Hoje, em Lisboa na Estação do Rossio, Jaime Gama apresenta o livro de António Costa, Caminho Aberto.
 “Têm sido 20 anos intensos, vividos com entusiasmo. E espero que os próximos 20 não o sejam menos. Por isso, esta colectânea não é o balanço para uma reforma antecipada. É, como já referi, uma prestação de contas intercalar, aos cidadãos em primeiro lugar, mas também ao Partido Socialista, aos amigos, à família, que uma curiosa coincidência de datas e aniversários me tornou apetecida, agora que estou a meio do caminho”, afirma António Costa
E o livro é também, no dizer do seu autor, uma “expressão de revolta”, aquela que “diariamente” sente “pela vulgarização mediática de uma visão da política como uma actividade cínica, animada de mesquinhas ambições pessoais, feita de calculismos e silêncios expectantes, indiferente às pessoas, incapaz e incompetente para cuidar dos problemas, jogo de ‘poderosos’ e palco de corruptos. Não, isso não é a política!”. Pelo menos a que viveu. “A generalização corrente de fenómenos patológicos como representativos do conjunto da actividade política e de todos os que nela participam é insuportável e destruirá, se não for combatida, a confiança dos cidadãos na democracia”.
António Costa acredita que “a actividade política se motiva por ideais, pela ambição de os realizar, a determinação de resolver problemas, o gosto de conceber projectos e criar equipas para os executar e uma forte vontade de fazer. Foi, desde o início, este o meu entendimento da política e a razão do meu empenhamento”. E promete: “Tudo farei para que assim continue a ser nos próximos 20 anos”.

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