EXPORTAR EXPORTAR EXPORTAR!




Notícia do jornal Vida Económica do dia 29.04.2011.



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"J. SILVA MOREIRA & IRMÃOS, LDA continua a dar cartas nos mercados internacionais"

A J. Silva Moreira & Irmãos, Lda, é uma conhecida empresa fabricante de redes e outros derivados de arame, com sede e instalações fabris no concelho do Marco de Canaveses.

Muito recentemente esta empresa foi notícia nas páginas de anterior edição deste jornal em virtude de ter comemorado a notável marca de 100 anos de actividade contínua.

Sucede porém que, apesar de contar já com tão longa existência, a J. Silva Moreira está longe de ser uma empresa acomodada.

Pelo contrário, a cada ano que decorre a empresa revela um cada vez maior dinamismo, evidenciando nomeadamente uma notável vocação exportadora.

A AIMMAP tem tido notícia do excelente desempenho no domínio da exportação por parte desta sua empresa associada. Aliás, sublinha-se que a AIMMAP tem acompanhado de perto a excelente progressão da empresa nesse âmbito, até porque a mesma tem participado com alguma regularidade em iniciativas promovidas por esta associação na área da internacionalização.

Esses são naturalmente motivos muito fortes para que este jornal tivesse procurado conhecer informações mais detalhadas a respeito da notável performance da J. Silva Moreira, tendo conversado para o efeito com o responsável pelos mercados extra-ibéricos, Pedro Baldaia, o qual não só fez um balanço da evolução da empresa no ano de 2010 como projectou alguns cenários para 2011.

Segundo Pedro Baldaia, depois de em 2009 a empresa ter registado um exercício menos bom em consequência de uma baixa abrupta da procura a nível mundial dos produtos derivados do arame, 2010 foi um ano de recuperação tanto no que concerne ao volume de negócios como também no que se refere às margens obtidas.

Este crescimento da empresa foi especialmente visível no domínio da internacionalização, sendo certo que as exportações representaram cerca de 60% do seu volume de negócios. Acresce que essa tendência positiva está a consolidar-se no início do presente ano de 2011, tendo o primeiro trimestre registado um aumento de entrada de encomendas de cerca de 20% relativamente a 2010.

Pedro Baldaia está ainda optimista para o segundo trimestre de 2011 até porque esses são por norma os meses mais fortes do ano para a empresa.

É importante sublinhar que a vocação exportadora da empresa não é de agora, estando sim sedimentada por mais de duas décadas de penetração crescente em vários mercados de grande importância e exigência.
Hoje em dia existem produtos fabricados pela J. Silva Moreira, entre outros, nos seguintes mercados:

Espanha, Irlanda, Suécia, Finlândia, Noruega, Alemanha, Áustria, Bélgica, Holanda, Hungria, Roménia, Eslovénia, Croácia, Eslováquia, Ucrânia, Rússia, Canadá, Angola e Marrocos.

Para que se tenha uma ideia mais concreta do que a empresa tem conseguido, importa dizer que a J. Silva Moreira & Irmãos tem produzido e vendido de forma consistente, vedações para linhas de caminho de ferro na Suécia e na Noruega, para auto-estradas na Hungria e na Suécia, para instalações militares norueguesas e para parques de caça e parques naturais na Alemanha, na Croácia e na Rússia.

Alguns dos fornecimentos atrás referidos estão instalados em obras de grande significado e dimensão em que a selecção dos fornecedores foi alvo de grande exigência.

Para a AIMMAP esse é um dado que merece ser sublinhado e que, naturalmente, é sintoma da excelência da J. Silva Moreira.

Tendo em conta o exposto, não pode a AIMMAP deixar de ficar estupefacta com o facto de não haver instalado um único metro de rede desta empresa nas auto-estradas nacionais.

A JSM tem feito várias abordagens para fornecer as empresas de construção que se encontram envolvidas nas construções de auto-estradas mas até agora não obteve quaisquer resultados e não entende a razão para que tal aconteça.


Registe-se que apesar desta falta de reconhecimento por parte de pessoas com responsabilidade neste país, a J. Silva Moreira faz questão de se manter solidária com todos os fabricantes nacionais, nomeadamente aqueles que trabalham no sector metalúrgico e metalomecânico.


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