Direito à Esperança.


Actualmente, há jovens “sem precariedade”. Mas isso não os desonera do dever de solidariedade para com aqueles que não têm nem estabilidade, nem perspectivas, nem oportunidades de trabalho.
Por outro lado, não é por no passado terem existido causas justas, que obsta a que no presente elas também existam. E existem.
Por fim, apesar de ter havido quem tentasse “cavalgar” a manifestação de sábado, a verdade é que foi o Povo que se manifestou. Que lutou contra a precariedade, o desemprego, as injustiças e desigualdades sociais. E que reivindicou o Direito à Esperança, esse direito fundamental.
Por tudo isso, o passado sábado foi dos mais belos momentos de cidadania e democracia que o País já viveu.
Na Europa e no Mundo, é preciso um outro amanhã. Todos somos poucos para o conseguir.

1 comentário:

  1. Caro Fernando concordo contigo.

    Mais, no Sábado foi o povo que saiu à rua. Sem camisolas partidárias, directórios e controleiros. Nenhum partido ou sindicato em Portugal consegue, hoje, mobilizar aquele número de cidadãos.

    A manifestação de Sábado foi uma enorme expresssão da Sociedade Civil. Acho que os partidos em geral e o Partido Socialista em particular devem perceber isto, abrindo-se e renovando-se.

    A crise grave que atravessamos só pode ter uma solução política que inclua Movimentos da Democracia Participativa, fora dos partidos.

    A gravidade do que falamos é tal que os partidos já não têm força, só por si, para resolver o problema.

    abraço,
    alexandre azevedo pinto

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